Com apoio do Guia da Nossa Cidade, estratégia digital conecta empresas, moradores e visitantes e transforma avaliações e interações em dados para o Festival e para o trade turístico.
O Festival de Inverno de Caconde 2026 não movimentou apenas bares, restaurantes, cafés e outros estabelecimentos do segmento de alimentação. Com o apoio do Guia da Nossa Cidade, o evento também passou a construir uma base de dados capaz de gerar aprendizados sobre o comportamento de moradores e visitantes.
A proposta da estratégia digital é fazer com que parte da experiência vivida durante o Festival possa ser medida, organizada e analisada.
Na prática, as empresas participantes estão conectadas ao ambiente digital do Festival dentro do Guia da Nossa Cidade. A partir dos QR Codes disponíveis nos estabelecimentos, o público pode acessar informações e realizar avaliações.
Cada interação passa a contribuir para uma leitura mais ampla do evento.
As empresas são parte fundamental da estratégia
A qualidade dos dados depende diretamente da participação dos estabelecimentos.
Bares, restaurantes, cafés e demais empresas participantes não são apenas pontos de venda do Festival. São os locais onde a experiência acontece e onde moradores e visitantes entram em contato com a estratégia digital.
Quanto mais as empresas apresentam o QR Code aos clientes e estimulam a avaliação, maior é a quantidade de informações disponíveis para análise.
Por isso, a tecnologia não substitui a participação das empresas. Ela amplia essa participação.
“Quando conectamos o evento, as empresas e o público em uma mesma plataforma, conseguimos ir além da divulgação. Cada interação passa a construir uma memória do Festival e ajuda a entender melhor como as pessoas participaram da experiência.”
Moradores também fazem parte dos dados
Embora o Festival de Inverno tenha uma importante função turística, os dados não representam apenas visitantes.
Moradores de Caconde também frequentam os estabelecimentos, experimentam os pratos, retornam aos locais e participam das avaliações.
Essa combinação é importante porque permite compreender tanto a relação do visitante com a gastronomia da cidade quanto o comportamento de quem vive nela.
A estratégia digital do Guia da Nossa Cidade permite começar a observar questões como participação por estabelecimento, volume de avaliações, períodos de maior interação e diferenças de comportamento entre públicos, sempre de acordo com os dados efetivamente disponíveis na plataforma.
Essa informação pode contribuir para decisões futuras do Festival e também para uma compreensão mais ampla da dinâmica gastronômica e turística da cidade.
Avaliação como inteligência de dados
Uma avaliação não precisa servir apenas para indicar se determinado estabelecimento recebeu uma nota alta ou baixa.
Quando analisadas em conjunto, as avaliações podem revelar padrões.
É possível observar, por exemplo, quais empresas conseguiram maior participação do público, onde houve maior volume de interações e como as avaliações se distribuíram ao longo do Festival.
O dado isolado informa. O conjunto dos dados permite interpretar.
Esse é um dos objetivos da estratégia digital: transformar interações simples em inteligência de dados.
“O mais importante não é apenas saber quantas pessoas acessaram uma página ou fizeram uma avaliação. O valor está em entender o que esses dados revelam sobre o público, sobre as empresas e sobre o próprio evento. Quando isso é organizado, a informação passa a apoiar decisões.”
O que o Festival pode entregar em dados
Ao final do Festival, o Guia da Nossa Cidade poderá consolidar os indicadores gerados pela estratégia digital.
Entre eles podem estar número de avaliações, participação por estabelecimento, notas médias, distribuição das avaliações, acessos às páginas participantes, interações e outros dados registrados pela plataforma durante o período.
Mais importante do que apresentar números isolados será interpretar o que eles representam.
Uma empresa com alto volume de avaliações pode demonstrar maior capacidade de mobilização. Outra pode ter menos avaliações, mas apresentar uma percepção muito consistente entre seus clientes.
A leitura conjunta permite identificar comportamentos, oportunidades e pontos de atenção.
Dados que podem ajudar todo o trade turístico
O conhecimento produzido pelo Festival não precisa ficar restrito aos estabelecimentos participantes.
Dados consolidados podem contribuir para organizadores, entidades, empresas e demais agentes do turismo compreenderem melhor como moradores e visitantes se relacionam com a cidade durante um grande evento.
Esse conhecimento pode ajudar no planejamento de futuras edições, na comunicação, na definição de ações promocionais e até na criação de novas experiências.
É nesse ponto que o Festival de Inverno também passa a representar uma iniciativa de inovação e tecnologia aplicada ao turismo de Caconde e da região.
A inovação não está simplesmente no uso de QR Codes.
Está no processo completo:
interação → avaliação → dado → análise → aprendizado.
Uma edição pode ensinar a próxima
Um dos principais ganhos da digitalização é criar histórico.
Quando os dados de 2026 forem consolidados, eles poderão servir como referência para futuras edições do Festival de Inverno de Caconde.
Com o tempo, será possível comparar períodos, identificar mudanças de comportamento, observar o crescimento da participação e entender quais ações tiveram maior resposta do público.
O Festival deixa, assim, de depender apenas de percepções e passa a construir uma memória digital.
Essa é uma das principais contribuições da estratégia desenvolvida pelo Guia da Nossa Cidade: fazer com que a experiência de empresas, moradores e visitantes também se transforme em conhecimento.
O evento termina. Mas os dados permanecem.
E podem ajudar Caconde a planejar melhor os próximos.